quinta-feira, 27 de maio de 2021

EUA se preocupa com o preço alto dos imoveis.

 Casa Branca diz que EUA se preocupam impacto de alta no preço dos imóveis


Casa Branca diz que EUA se preocupam impacto de alta no preço dos imóveis

Em abril, as vendas de moradia novas no país sofreram queda de 5,9%, na comparação com março, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira pelo Departamento do Comércio norte-americano

A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou nesta terça-feira que o governo dos Estados Unidos se preocupa com o impacto que o aumento de preços dos imóveis tem na acessibilidade habitacional. "Reiniciar a economia vai produzir alguns solavancos. Estamos monitorando de perto", disse a assessora durante uma coletiva de imprensa.

Em abril, as vendas de moradia novas no país sofreram queda de 5,9%, na comparação com março, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira pelo Departamento do Comércio norte-americano.

Na visão da Oxford Economics, a alta dos preços das residências está afetando as vendas. A consultoria britânica espera que essa tendência se mantenha no restante de 2021.

quarta-feira, 26 de maio de 2021

3,5 milhões de mortos no mundo pela pandemia !

 Pandemia já matou quase 3,5 milhões de pessoas em todo o mundo


Pandemia já matou quase 3,5 milhões de pessoas em todo o mundo

Na terça-feira, registraram-se 11.663 mortes e 546.169 novas infecções, segundo os números coligidos e divulgados pela agência

A pandemia de covid-19 já fez pelo menos 3.487.457 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, em dezembro de 2019, segundo o balanço diário da agência francesa AFP.

Mais de 167.754.610 pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo o balanço, feito às 11:00 TMG (8:00 no horário de Brasília) de hoje com base em fontes oficiais.

Na terça-feira, registraram-se 11.663 mortes e 546.169 novas infecções, segundo os números coligidos e divulgados pela agência.

Os países que registraram mais mortes nesse dia foram a Índia (4.157), o Brasil (2.173) e os Estados Unidos (644).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infecções, com um total de 590.941 mortes e 33.166.511 casos, segundo dados da universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 452.031 óbitos e 16.194.209 casos, a Índia, com 311.388 óbitos (27.157.795 casos), o México, com 221.960 óbitos (2.399.790 casos) e o Reino Unido, com 127.739 mortos (4.467.310 casos).

O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Noticias:https://www.noticiasaominuto.com.br/mundo/1807650/pandemia-ja-matou-quase-3-5-milhoes-de-pessoas-em-todo-o-mundo

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Para cobrir crimes contra asiáticos , governo dos EUA aprova lei contra crimes de odio.

 Câmara dos EUA aprova projeto de lei para coibir crimes de ódio contra asiáticos

Câmara dos EUA aprova projeto de lei para coibir crimes de ódio contra asiáticos

A legislação também visa criar formas mais assertivas de investigação contra práticas como a do ex-presidente Donald Trump, que usou expressões como "kung flu" e "vírus chinês" para se referir ao coronavírus

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os deputados dos EUA aprovaram, nesta terça-feira (18), o projeto de lei que prevê a coibição de crimes de ódio contra asiático-americanos e cria orientações sobre como mitigar o uso de linguagem racialmente discriminatória para descrever a pandemia de coronavírus.

A proposta, apresentada em março por Mazie Hirono, senadora do Havaí de origem japonesa, ocorreu dias antes do ataque a tiros que provocou oito mortes -incluindo de seis mulheres asiáticas- em Atlanta.

Com 364 votos favoráveis e 62 contra, todos de deputados republicanos, a legislação também visa criar formas mais assertivas de investigação contra práticas como a do ex-presidente Donald Trump, que usou expressões como "kung flu" e "vírus chinês" para se referir ao coronavírus.

O deputado republicano Jim Jordan, de Ohio, opôs-se ao projeto de lei sob o argumento de que os ataques contra asiático-americanos ocorreram em "cidades democratas", que, segundo ele, defendem cortes no financiamento da polícia e agora estariam atuando para criar "uma polícia do discurso".

 A oposição republicana na Câmara contrasta com o amplo apoio bipartidário que o projeto recebeu no Senado americano no mês passado -94 votos a 1. O texto agora precisa ser assinado pelo presidente Joe Biden para se tornar lei, o que deve ocorrer até o final da semana, segundo a Casa Branca.

Noticias:https://www.noticiasaominuto.com.br/mundo/1805663/camara-dos-eua-aprova-projeto-de-lei-para-coibir-crimes-de-odio-contra-asiaticos


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

3.087 mortes e 101.535 casos nas ultimas 24 horas nos estados unidos.

 Estados Unidos com 3.087 mortes e 101.535 casos nas últimas 24 horas

O país acumula 467.918 óbitos e 27.184.813 casos da doença

Os Estados Unidos registaram 3.087 mortes causadas pela covid-19, nas últimas 24 horas, e 101.535 casos, de acordo com a contagem independente da Universidade norte-americana Johns Hopkins.

Desde o início da pandemia, o país acumulou 467.918 óbitos e 27.184.813 casos da doença.

Os Estados Unidos são o país com mais mortes provocadas pelo novo coronavírus SARS-Cov-2, responsável pela covid-19, e também com mais casos de infeção.

O novo Presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou que em fevereiro o país deverá ultrapassar o meio milhão de mortes provocadas pela doença, estimando que a pandemia venha a fazer mais de 600 mil vítimas no total.

 Já o Instituto de Métricas e Avaliações de Saúde da Universidade de Washington, em cujos modelos de projeção a Casa Branca se baseia com frequência, previu cerca de 630 mil mortos até 01 de junho.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.325.744 mortos no mundo, resultantes de mais de 106,4 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Noticias:https://www.noticiasaominuto.com.br/mundo/1776140/estados-unidos-com-3-087-mortes-e-101-535-casos-nas-ultimas-24-horas

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

30 milhões de casos de covid-19 na europa

 Europa ultrapassa os 30 milhões de casos do novo coronavírus

Europa ultrapassa os 30 milhões de casos do novo coronavírus

As mortes devido à covid-19 já estão se aproximando dos dois milhões e o número de pessoas infectadas pelo SARS-CoV-2 os 94 milhões de infecções em todo o mundo, contabilizados desde o final de dezembro de 2019

A Europa ultrapassou hoje os 30 milhões de casos de covid-19 e a Organização Mundial da Saúde (OMS) deve emitir recomendações perante o surgimento de variantes mais contagiosas do novo coronavírus, que lançam receios de uma explosão da pandemia.

As mortes devido à covid-19 já estão se aproximando dos dois milhões e o número de pessoas infectadas pelo SARS-CoV-2 os 94 milhões de infecções em todo o mundo, contabilizados desde o final de dezembro de 2019.


Na Europa, cerca de 30.003.905 de contaminações foram oficialmente identificadas, de acordo um levantamento realizado até hoje, às 08:00, pela agência de notícias AFP, a partir de relatórios fornecidos pelas autoridades.

A Alemanha, o país mais populoso da União Europeia (UE), registrou 22.368 novos casos de infecção nas últimas 24 horas, totalizando 2.000.958 de infectados pelo vírus, anunciou hoje o Instituto Robert Koch (RKI).

O país também registrou 1.113 novas mortes nas últimas 24 horas.

A chanceler alemã, Angela Merkel, defende restrições mais rígidas perante a pandemia. Segundo o portal de informações da revista Der Spiegel e do diário Bild, entre as medidas em estudo estão a reintrodução dos controles de fronteira, como na primavera passada, a generalização do uso de máscaras do tipo FFP2, a imposição de teletrabalho, e até o encerramento dos transportes públicos.

Por sua vez, o comitê de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS) deve emitir recomendações hoje perante o surgimento de variantes mais contagiosas do novo coronavírus, passíveis de causar uma nova explosão da pandemia.

 De acordo com a OMS, o número de países e territórios onde a variante inicialmente identificada no Reino Unido foi encontrada até agora subiu para 50 e a variante identificada na África do Sul já está presente em 20 países, mas a organização considera essa avaliação provavelmente subestimada.

Outra mutação, originária da Amazônia brasileira e cuja descoberta o Japão anunciou no domingo, pode impactar na resposta imunológica, de acordo com a OMS, que mencionou ser "uma variante preocupante".

O Reino Unido decidiu encerrar as suas fronteiras na sexta-feira para chegadas de todos os países da América do Sul e também de Portugal, devido a esta mutação descoberta no Brasil.

Portugal, por sua vez, iniciou hoje um novo confinamento geral, que deverá vigorar por pelo menos um mês.

A França vai estender o recolher obrigatório em todo o seu território no sábado a partir das 18:00 horas por pelo menos 15 dias, e exigirá que os viajantes que desejam entrar de um país fora da União Europeia apresentem um teste negativo para covid-19.

A situação no país "está sob controle em comparação com nossos vizinhos, mas frágil porque o vírus ainda está circulando ativamente", declarou o primeiro-ministro francês, Jean Castex.

Na Itália, o Governo estendeu o estado de emergência até 30 de abril e aprovou uma extensão do seu Orçamento de 32 mil milhões de euros para lidar com os efeitos devastadores da pandemia na economia e para apoiar as famílias e as empresas.

Noticias:https://www.noticiasaominuto.com.br/mundo/1768358/europa-ultrapassa-os-30-milhoes-de-casos-do-novo-coronavirus

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Aumenta pressão para Trump deixar o cargo antes do fim do mandato

 Aumenta pressão para Trump deixar o cargo antes do fim do mandato

Após ataque violento ao Capitólio, senadores republicanos pedem renúncia do presidente, enquanto democratas na Câmara ameaçam abrir processo de impeachment nesta segunda-feira, a menos de dez dias da posse de Biden.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acena ao entrar em avião
Maiorias dos americanos quer Trump fora do cargo antes do fim do mandato em 20 de janeiro, afirma pesquisa

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, viu aumentar neste domingo (10/01) a pressão para que ele renuncie ao cargo antes do fim do mandato, em 20 de janeiro, após a violenta invasão do prédio do Congresso americano nesta semana, perpetrada por seus apoiadores.

Em seus últimos dez dias no comando da Casa Branca, o republicano – que por muito tempo se recusou a reconhecer a derrota nas eleições de novembro alegando fraudes no processo eleitoral – pode ainda ser alvo de um histórico segundo processo de impeachment.

Dois senadores do próprio partido de Trump já pediram a saída do presidente. Neste domingo, o republicano Pat Toomey, senador pela Pensilvânia, afirmou à emissora CNN que o chefe de Estado deveria "renunciar e ir embora o mais cedo possível".

Com a posse do presidente eleito Joe Biden se aproximando – e o país sendo fortemente afetado pela pandemia de coronavírus, uma economia enfraquecida e uma polarização alarmante –, a renúncia "é o melhor caminho a seguir", disse Toomey.

Embora considere que Trump cometeu ofensas passíveis de impeachment ao insuflar seus apoiadores a marcharem em direção ao Capitólio, ele acredita que não há tempo suficiente para que um processo de destituição seja realizado antes de 20 de janeiro, por isso defende a renúncia. "Esse seria um desfecho muito bom", afirmou.

O senador declarou ainda que, desde a derrota nas eleições, Trump "se rebaixou a um nível de loucura e se envolveu em atividades que eram absolutamente impensáveis". Segundo ele, o comportamento do presidente após a eleição foi "totalmente diferente" do que era antes.

A primeira senadora republicana a defender a renúncia do mandatário foi Lisa Murkowski, do Alasca, que há tempos expressa sua insatisfação com a gestão de Trump à frente da Casa Branca. "Eu o quero fora [do poder]", disse ela na sexta-feira.

Os pedidos de renúncia também vieram de deputados republicanos na Câmara dos Representantes, como Adam Kinzinger, de Illinois, que se manifestou neste domingo.

Kinzinger afirmou que, se um processo de impeachment contra Trump for aberto na Câmara, ele "votará da maneira certa". Contudo, "honestamente não acredito que impeachment seja uma jogada inteligente, porque acho que vitimiza Donald Trump mais uma vez", acrescentou.

Impeachment

Democratas ameaçaram abrir um novo processo de impeachment contra Trump, caso ele não renuncie ou o vice-presidente Mike Pence não invoque a 25ª emenda da Constituição americana para tirá-lo do poder – a emenda em questão pode ser promulgada se o chefe de Estado americano for incapaz de exercer as funções do cargo.

O deputado democrata Ted Lieu afirmou no Twitter que o processo será aberto pela Câmara nesta segunda-feira. Segundo o parlamentar da Califórnia, que ajudou a redigir as acusações contra Trump, o texto já tinha mais de 200 apoiadores até este domingo.

"Todos nós, incluindo a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, preferimos que Donald Trump simplesmente faça a coisa certa e renuncie, ou que o vice-presidente Mike Pence realmente mostre alguma coragem, pelo menos para si mesmo e sua própria família, e invoque a 25ª emenda", disse Lieu à emissora CNN.

Multidão de apoiadores de Trump na área externa do Capitólio, em Washington
Multidão pró-Trump invadiu o capitólio na quarta-feira, interrompendo sessão para confirmar vitória de Biden

"Mas se nada disso acontecer, então na segunda-feira apresentaremos o artigo de impeachment, por incitamento à insurreição, e esperamos uma votação no plenário nesta mesma semana."

Cabe à democrata Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes, abrir o processo de impeachment contra Trump.

Em carta aberta aos deputados no sábado, ela não usou o termo impeachment, mas disse ser "absolutamente essencial que aqueles que perpetraram o ataque à nossa democracia sejam responsabilizados". "Deve haver um reconhecimento de que essa profanação [a invasão do Capitólio] foi instigada pelo presidente", afirmou ela no texto.

Pelosi ainda pediu aos membros da Câmara – espalhados pelo país em meio a um recesso parlamentar de 15 dias – que "se preparem para voltar a Washington nesta semana".

Mesmo que a Câmara, controlada pelos democratas, votasse a favor do impedimento do presidente, há temores de que o posterior julgamento no Senado possa demorar meses.

Processo anterior

Trump já foi alvo anteriormente de um processo de impeachment, que chegou a ser aprovado pelos deputados, mas rejeitado pelos senadores.

À época, o presidente foi acusado de abuso de poder e obstrução do Congresso, no escândalo envolvendo pedidos ao governo da Ucrânia para que investigasse o democrata Joe Biden, então pré-candidato à presidência dos EUA.

Os artigos de impeachment foram redigidos em 2019, e o julgamento no Senado foi realizado em janeiro de 2020. Controlada pelos republicanos, a Casa não considerou o presidente culpado de nenhuma das duas acusações, e ele foi absolvido. Uma maioria de dois terços dos senadores é necessária para uma condenação.

Maioria quer Trump fora antes do fim do mandato

Uma pesquisa de opinião divulgada neste domingo apontou que a maioria dos americanos quer que Trump deixe o cargo antes da posse de seu sucessor, em 20 de janeiro.

Segundo o levantamento feito pela ABC News e o instituto Ipsos, 56% dos entrevistados disseram que o presidente deveria ser removido do posto antes do fim do mandato.

Um percentual ainda maior, 67%, enxerga Trump como responsável pela violência perpetrada no Capitólio na última quarta-feira, que terminou com ao menos cinco mortos e foi condenada pela comunidade internacional.

Em ato insuflado pelo presidente, que vinha se recusando a reconhecer sua derrota nas eleições, o prédio do Congresso foi invadido violentamente por apoiadores de Trump, interrompendo uma sessão do Congresso que visava certificar a vitória de Biden no pleito.

A sessão, presidida pelo vice-presidente Mike Pence, foi mais tarde retomada e concluída ao longo da noite, com o anúncio do resultado final.



Noticia: dw.com

 


terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Luta dos diabos pela presidência dos estados unidos

 EUA: Trump promete "luta dos diabos" para se manter na presidência

EUA: Trump promete "luta dos diabos" para se manter na presidência

O Presidente dos Estados Unidos prometeu nesta segunda-feira (4), uma "luta dos diabos" para se manter no cargo, pedindo ao Congresso que não ratifique a votação do Colégio Eleitoral, que confirmou a vitória de Joe Biden.

As declarações foram feitas durante um comício na Geórgia para apoiar os candidatos republicanos ao Senado nas eleições de hoje, que vão determinar quem controlará a câmara alta do Congresso.

Durante o comício, Donald Trump dedicou a maior parte do discurso a queixar-se novamente do resultado das eleições presidenciais de 03 de novembro, que insiste ter ganho "por muito".

A sessão, presidida pelo vice-Presidente norte-americano, Mike Pence, poderá arrastar-se pela noite dentro, apesar de ser esperado que o Congresso valide a votação do Colégio Eleitoral que deu a vitória a Biden.

"Espero que o nosso grande vice-Presidente seja bem sucedido. Ele é um grande homem. Claro que, se não conseguir, não vou gostar tanto dele", disse Trump, na Geórgia

 A última esperança de Trump é a sessão conjunta no Congresso, na quarta-feira, de contagem dos votos eleitorais de Biden e a inerente confirmação dos resultados, o último passo da certificação do ato eleitoral que abre caminho à tomada de posse em 20 de janeiro.

Apesar de a estratégia estar votada ao fracasso, Trump conseguiu o apoio de uma dúzia de senadores republicanos e de uma centena de membros da Câmara dos Representantes.

No domingo, uma gravação obtida e divulgada pelo jornal Washington Post mostrou que Donald Trump pressionou a máxima autoridade eleitoral da Geórgia para manipular os resultados das eleições de novembro.

Na gravação, Trump pede ao secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger, a máxima autoridade eleitoral do estado, que "procure votos onde seja necessário para anular a vitória de Biden".

O Presidente eleito Joe Biden, que também se deslocou à Geórgia para apoiar os candidatos democratas, acusou Trump de "passar mais tempo a lamentar-se e a queixar-se" do que a trabalhar para combater a pandemia de covid-19.

"Não sei porque é que ele ainda quer este emprego, ele não quer trabalhar", acrescentou.

O Presidente dos Estados Unidos é escolhido por sufrágio universal indireto e o Colégio Eleitoral apoiou, em 14 dezembro, a vitória de Biden face a Trump.

A Câmara dos Representantes e o Senado vão reunir-se na quarta-feira para oficializarem os resultados, um procedimento que é, normalmente, uma mera formalidade, no último passo da certificação do ato eleitoral para abrir caminho à tomada de posse em 20 de janeiro.

Dezenas de recursos de Trump contra os resultados das eleições foram indeferidos pelos tribunais norte-americanos nos últimos meses.

Biden venceu conquistou 306 votos do Colégio Eleitoral, ficando à frente de Trump, que obteve 232 votos.

Noticias:https://www.noticiasaominuto.com.br/mundo/1765358/eua-trump-promete-luta-dos-diabos-para-se-manter-na-presidencia